6º GRANDE ATO CONTRA A TARIFA

6º GRANDE ATO CONTRA A TARIFA – Quinta-feira no Vão do MASP (divulgue o EVENTO)

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:: AGORA É DE R$ 3,00 PRA BAIXO!

O ato de hoje reuniu 10 mil pessoas contra a tarifa de R$3,50, demonstrando que a disposição de lutar #ContraTarifa segue forte.

A luta continua na quinta-feira, 29/01, concentração no Vão do MASP. Mas a luta está espalhada pelos bairros e quebradas da cidade. Aqui está o calendário de atividades nos bairros para definir os rumos da luta: http://saopaulo.mpl.org.br/2015/01/22/organize/

SE ORGANIZE NA LUTA PELA TARIFA ZERO PRA GERAL!

R$3,50 NÃO!



No dia 05/01, o prefeito Haddad e o governador Alckmin decretaram mais um aumento das tarifas. Deslocar-se pela cidade, algo pelo qual não deveríamos ter que pagar nada, passa custar R$ 3,50 – e pra quem pega metrô e ônibus, vai para R$ 5,45. Nas linhas do EMTU, o aumento de 16% leva a tarifas estratosféricas.

Esse aumento para R$3,50 soa mais absurdo quando constatamos que uma Auditoria acaba de provar o que todo mundo já sabia: que os empresários do transporte lucram muito acima da média para o setor e desviaram milhões. Reduzir de fato seu lucro exorbitante e cobrar o dinheiro roubado seria suficiente para manter o preço da tarifa ou até mesmo reduzi-la.

A Prefeitura tenta minimizar a relevância do aumento para R$3,50 alegando que as tarifas dos Bilhetes Mensal, Semanal e Diário não subiram. Mas em fins de 2014, um ano após sua criação, esses bilhetes eram usados só por 1% dos usuários, porque no fim das contas custavam muito mais caro e não compensavam para quase ninguém! Ao aumentar só a tarifa unitária, a Prefeitura é perversa, porque agora força os usuários a aderirem aos Bilhetes mais caros que criou.

Não bastasse isso, a Prefeitura agora prepara a demissão dos cobradores dos ônibus, que só vai servir para aumentar ainda mais o lucro dos empresários e piorar a vida do trabalhador. O cobrador vai perder o emprego, o motorista vai acumular duas funções, e o passageiro vai ter que enfrentar um transporte ainda pior.

O passe escolar para estudantes de baixa renda é uma resposta da Prefeitura à luta do povo, mas insuficiente. Enquanto o transporte for tratado como mercadoria e enquanto houver tarifa e aumentos, haverá revolta da população! O transporte só será público quando a Tarifa for Zero para todas as pessoas.

>> Mas sabemos que para derrubar os R$3,50, não vão bastar grandes marchas. Vai ser preciso que todos que estiverem indignados com o aumento se organizem em seus bairros, e se reúnam com seus vizinhos, camaradas para discutir a continuidade da luta. Só com organização popular em cada canto da cidade a tarifa vai cair.

5 Replies to “6º GRANDE ATO CONTRA A TARIFA”

  1. Prezados, eu admiro o grupo de vocês, estas manifestações também! Sempre quando vejo aquela faixa preta do ato “Contra a Tarifa”, me arrepia de tão poderoso que é! Se vai continuar os atos aí sim! Rumo a revogação e tarifa zero!

  2. Porque não sair nas ruas para pedir um transporte mais digno, organizado, de qualidade… Se conseguirmos isso primeiro, a consequência é um valor justo pois não tem nenhum serviço que seja de graça para o cidadão aqui nesse país.

  3. Se ainda terão os ”Grandes atos” porque não criam os eventos no facebook?! Não seria melhor criar com antecedência para que mais pessoas vejam e consequentemente mais pessoas confirmem presença?

  4. Olá Nicholas, os atos vão continuar no centro também. O próximo será sexta-feira.

  5. Prezados, As manifestações que teve, nestes 6 atos, foram realmente bonito de se ver, cada vez mais acumulando mais gente para participar. Mas acho que infelizmente não surtiu nenhum efeito e não vejo movimentação do prefeito e do governador a respeito da revogação da tarifa de R$ 3,50. Fiz pesquisas na internet mas não encontrei nenhuma informação a respeito disso, nem de negociação. Eu acompanhei os 6 atos e o que achei curioso é que os números de pessoas foram crescendo nos últimos atos e, principalmente no 6o. ato, a pressão popular já estava muito forte o que deu gosto de ver mas infelizmente acabou-se os atos e virou apenas passeatas regionais. O que vai ser daqui para frente?