2º GRANDE ATO CONTRA O AUMENTO: 4,30 NÃO!

4,30 NÃO! CHEGA DE AUMENTO! No Primeiro Ato Contra o Aumento, mostramos que estamos fortes e que a luta tá só começando! Nenhum aumento de tarifa é justo! Não vamos aceitar pagar cada vez mais pra circular na cidade que nós fazemos funcionar! A LUTA TÁ SÓ COMEÇANDO! COLA TODO MUNDO NO SEGUNDO GRANTE ATO! >Quando? 16 de janeiro 2019, quarta-feira, a partir das 17h! >Onde? na Praça do Ciclista, av. paulista com rua da consolação nas proximidades das estações paulista e consolação do metrô #4e30Não #4e30NemFudendo #ChegaDeAumento #TarifaZeroJá #PorUmaVidaSemCatracas #DesafioDoriaCovasPeguemBusao

1º GRANDE ATO CONTRA O AUMENTO! 4,30 NÃO!

: 4,30 NÃO! CHEGA DE AUMENTO! A Prefeitura de SP e o Governo do Estado acabaram de anunciar mais um aumento da tarifa dos ônibus: de 4,00 pra 4,30!!! Já não bastasse a tarifa ser injusta, como esse aumento é o dobro da inflação!!! Além disso, dessa vez foram também cortados os subsídios pro vale-transporte, intensificando a precarização da vida e do trabalho. REVOLTANTE! NÃO VAMOS ACEITAR!COLA TODO MUNDO NO ATO! >Quando?10 de janeiro 2019, quinta-feira, a partir das 17h! >Onde?Teatro Municipal (metrô Anhangabaú/República) #4e30Não!#4e30NemFudendo! ———–::: PAGUE MAIS, LEVE MENOS? Pros próximos 20 anos, o governo e as empresas de transporte querem: – cortar centenas de linhas– reduzir a frota de ônibus – manter a tarifa e seus aumentos – aumentar seus lucros gigantescos– forçar mais baldeações– privatizar terminais e estações.– demitir milhares de trabalhadores– aumentar a militarização das catracas———–::: ENQUANTO HOUVER TARIFA HAVERÁ AUMENTO! Quem paga a conta da crise somos nós que, além de arcar com o desemprego e o aumento do custo de vida, somos impedidos de circular pela cidade! Então, sem essa de acreditar nos políticos e patrões… SÓ A LUTA MUDA A VIDA! Ficar parado? Desacreditar da mobilização? Só fica pior… Pra garantir nossos direitos, Continue lendo 1º GRANDE ATO CONTRA O AUMENTO! 4,30 NÃO!

POLÍTICA DAS ELEIÇÕES X POLÍTICA DAS RUAS

Em 2013, depois de enormes manifestações que tomaram as ruas do país, aumentos de tarifa foram revogados em mais de 100 cidades e um importante passo foi dado na luta por um transporte realmente público. Os políticos foram obrigados a ouvir o que dizia a população porque sentiram a pressão. Dessa mobilização conquistamos a inclusão do transporte como direito social na constituição: a partir de um debate que se construiu na luta das ruas! Mas, desde então, o que foi feito da parte dos governantes para garantir esse direito e transformar ele em algo mais do que promessas? Em tempos de eleições muitos discursos vem à tona, candidatos disputam para se apresentar como aquele que vai trazer a mudança, resolver os conflitos, dar uma resposta às nossas insatisfações… Mas, apresentam nenhuma proposta para o transporte… Continuam se calando sobre a proposta de Tarifa Zero! Esse silêncio dos candidatos em relação à pauta do transporte indica que, da parte deles, nada estrutural será revisto e que manterão o compromisso com os empresários que lucram com o nosso sufoco. Não à toa, ao mesmo tempo, propõem um aumento da militarização, da vigilância e do controle repressivo sobre as nossas vidas: o aprofundamento Continue lendo POLÍTICA DAS ELEIÇÕES X POLÍTICA DAS RUAS

Passe Livre SP Mulheres: 5) Horizontes na luta contra as catracas

Somos a maioria nos transportes públicos, nos deslocando todos os dias para o trabalho, escola, faculdade e muitas outras atividades. Vivemos e construimos a cidade enfrentando as opressões de gênero, classe e raça. A conquista de creches e escolas, postos de saúde, linhas de ônibus e até mesmo bairros inteiros foram fruto de lutas protagonizadas por mulheres. No começo deste ano vimos também a luta pelo TEG (Transporte Escolar Gratuito), contra os cortes da gestão Dória-Bruno Covas, como mais um exemplo da organização de mulheres, mães periféricas em grande parte negras, pelo direito ao transporte e à educação. Mas apesar do enfrentamento, persistência, resistência e união dessas pessoas, essas lutas raramente são lembradas como “acontecimentos históricos”. Mesmo a esquerda muitas vezes não vê esses movimentos como movimentos “políticos”. Isso porque é dado destaque e maior visibilidade aos partidos e sindicatos, em sua maioria comandados por homens e com pautas ligadas a esfera do trabalho.  Já nas organizações com pautas ligadas às condições de vida, as mulheres são as principais participantes, por serem  historicamente responsabilizadas por garantir a sobreviência das famílias. Mas não foi fácil ocupar esses espaços públicos! Para ter nossa voz reconhecida, tivemos que bater de frente com nossos Continue lendo Passe Livre SP Mulheres: 5) Horizontes na luta contra as catracas

Passe Livre SP Mulheres: 4) violência de gênero no transporte

Historicamente, a circulação das mulheres na cidade é limitada e impedida, ficando aprisionadas e sob a guarda dos homens – pais, irmãos, maridos – seja por dependência financeira ou por outras violações. O confinamento à casa e isolamento das mulheres – a distância da família, amigas e amigos e de outros espaços onde se pode, por exemplo, buscar ajuda para enfrentar violências domésticas – são agravados pela lógica de transporte que temos. O acesso ao transporte depende de dinheiro e os homens são aqueles que detém o poder financeiro em muitas famílias.  Mesmo quando as mulheres são as maiores responsáveis pelas famílias, inclusive financeiramente, a estutura patriarcal (em que o poder é do homem) define os lugares onde as mulheres devem circular (mercado, escola, casa, trabalho), com quem circulam e os horários em que isso é permitido. Esse controle externo sobre as vidas e corpos das mullheres justifica e facilita agressões e até mesmo mortes (3). Simplesmente pelo fato se sermos mulheres, a cultura machista, cultura do esturpro, trata nossos corpos como objetos à disposição dos homens. Essa situação impacta nosso cotidiano também no transporte “público”. Nos vagões e nos ônibus, muitos homens que se aproveitam do aperto e da Continue lendo Passe Livre SP Mulheres: 4) violência de gênero no transporte